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Secretaria de Fazenda investe em tecnologia de ponta
para aprimorar a análise dos dados coletados

Nova solução deve entrar em funcionamento no início de março

1/26/21 4:00:00 PM

Aprimorar a análise dos dados coletados pelo Fisco mineiro. Foi com esse propósito que a Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG) decidiu investir em tecnologia de ponta. Os equipamentos físicos (hardware) já estão devidamente instalados e conectados à rede do data center da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) do órgão. Agora, as etapas a serem vencidas são a instalação dos programas (software) adquiridos pela SEF/MG, além dos testes necessários e da migração dos dados existentes, para que a nova solução entre em funcionamento a partir de março.

Segundo Lindenberg Naffah Ferreira, superintendente da STI, há necessidade de ampliar e atualizar a plataforma atual.

“O volume de dados é cada vez maior. Cito como exemplo a Nota Fiscal de Consumidor eletrônica (NFC-e). Somente em dezembro, foram autorizadas mais de 200 milhões de NFC-e em Minas Gerais. Os recursos existentes não permitem analisar tantas informações. Por isso, a expansão é urgente e necessária”, analisa.

No linguajar técnico, essa nova tecnologia está baseada em bancos de dados com alta performance, em dispositivos de armazenamentos orientados a objetos, em uma plataforma de serviços cognitivos e na adoção de algoritmos de inteligência artificial, entre outros. Na prática, o investimento será essencial para que a Secretaria de Fazenda possa cumprir a missão de prover e gerir os recursos financeiros do Estado.

Graças à expansão da chamada inteligência analítica, Minas Gerais terá mais capacidade de fiscalizar os contribuintes e, como consequência, essa capilaridade terá reflexos positivos na arrecadação.

Ampliada e modernizada, a plataforma também será uma ferramenta importante no combate à concorrência desleal, nos projetos de Educação Fiscal e ainda permitirá, a médio prazo, a disponibilização de serviços voltados para o cidadão. Serviços esses que já estão em estudo.

“Essa nova aquisição nos dará condições ideais para explorar os dados de maneira diferente. Por meio do que chamamos aprendizado de máquina, vamos ser capazes de identificar novas correlações entre as informações existentes. Dessa maneira, poderemos dar um grande salto em termos de capacidade de análise dos dados”, conclui Lindenberg.